
Mirando a escuridão que me emociona e me faz retornar,
donde a saudade se aconchega e a lembrança já não pede mais licença,
donde a angústia passageira faz morada eternamente junto do coração,
donde o amor não tem medida, afinal, não há como dizer:
agora chega, tá de bom tamanho.
Bem, eu espero a morte.
Enquanto isso vive-se, quer dizer, tenta-se viver.
Vou pensar, afinal, não dói. Não posso perder a ocasião de aprender com ela.
Morrer sim!
E naquele último instante estar alegre.
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