
Em ambiente de trabalho fui chamada pela mão da atenção a ouvir a leitura de uma linda frase, dita em sopro pela minha amiga/colega/bela/ Deisi Fanfa, a"Gui". Junto ao pedido de atenção e a frase soprada veio, em anexo delicado, o seguinte comentário: "Fani, é a tua cara". O conteúdo que logo logo vou expor... fora escrito por um amigo de Gui em conversa no msn. Ele, por sua vez, retirou a frase de um depoimento que encontrou no orkut de uma amiga. O autor é desconhecido, mas o sentido é de dar boca aos olhos.
Tchan Tchan...
Se um dia eu puder fazer dessa minha transparência,
a alma...
das palavras que te encantam!
a alma...
das palavras que te encantam!
De certa maneira, [ou na maneira certa], a mensagem agradou os meus ouvidos, os meus sentidos e também meu coração. É simples, é singelo, é triste e engraçado [como quase tudo ou tudo na vida]. O caso é que, em meio ao agito do mundo e ao contexto do tempo, diante das tarefas, dos meus compromissos... a frase acima me tirou da produção do ofício, enfim, do trabalho jornalístico.
Encheu-me de fortaleza, me protegeu de gratidão.
O entendimento é pessoal, é real, é fantasioso! Mas diante daquele círculo social e cultural, a frase foi dita a mim, [pra mim], em espontânea ternura! E me deixou feliz...
[...] de pés descalço na fervura!
[autoria: Afani Baruffi]
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