Ele era uma história linda, [vivia de comíssio e conduzia uma multidão], no entanto, tinha dias que era a própria oposição. Era bravo, era breve, era firme, era leve!
E disse que não se permitiria mais recados de paixão, pressão, tapa de luva, beijo na mão, vapor no espelho, água de chuveiro, chuva de verão [não, isso não]!
Mas por que será que não!¿ Que coisa [seria].
Novinho e já tão cheio de dedos! Quem quer saber de cuidar da história se a cada dia é preciso matar a fome com um cão? E aquela frase linda: “ Viver como se fosse o último...”.
É, são as minhas metidas manias de opinião.
Enfim, quanto ao entendimento, se é que ele existe [gera insatisfação]. Aquela velha mensagem...“Enquanto os cãos ladram a carroagem passa”.
[ Só]... Sei, que deixei de entender, e quando eu quero, [deixo] e .
Sou de leão, ascendente em escorpião. O que adianta ser glamour, pra viver de televisão! Se era sob medida, erraram a locação. Sei, vai ser difícil, mas o tempo é uma edição. Seja breve e seja firme na paciente contradição. Da pouca experiência, [sinto], aprendo que a presença também pode ensanguentar o chão.
[ quero a calma de uma ausência, breve, brava, firme, leve] Pra sempre, se for...
Deixo um recado a dedo no fogão: há tantos cacos espalhados pelo asfalto, [ que se for pra ser pra sempre], escolho caminhar de pés descalços, unha feita, sobre o condão. E que o Deus [ da minha oração] me permita sempre o equilíbrio. Que eu me permita, acima de tudo, um pouco mais de concentração, consideração...
Comigo. [sem querer ser egoísmo].
Escolhi me conduzir [com amor] pra distrair.
[autoria: Afani Baruffi]
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