Qualquer dia, sim
[e aqui o talvez...não terá sua vez e fim] vou poetizar meu profissionalismo,
até lá tão mais maduro, para um reconhecimento sócio-cultural.
A vida em fios de ouro [como gosto, de profetizar]. Manterei a conduta humilde
e o perfume simpático e vou colorir a moldura. Vou investir na nossa gente
[discrente e demente] de embocadura, E em você,
que se fará rir e chorar sobre a poeira que te interrogará:
"por que não te permitiu lê-la, fielmente?!"
[Um dia fora livro, agora tornou-se história, cobra d´água]
[vertente].
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