Era um final de entardecer...
que a noite tomara nos braços .
Um violão de cordas a arder...
no pulso o carinho do espaço.
Mais que arranhar os anos vividos
Coca-cola, cerveja, prazer.
O bom futuro é percorrer família e amigos...
Com fotografia e imagem, escrever.
Um trovão pode estremecer vidraças,
Mas na mão do poeta,
o amor é a lei.
Para castelo de príncipe,
Princesa ameaça:
rainha, rato e dignidade de rei.
No entanto, só a letra sincera,
na boca de quem um brinde pondera...
é tiro em discurso
que estilhaça.
Baby, Baby,
hey
Sei e não sei
Se existe corte real
E algum título imortal,
Pra pagar o preço por todo esse encanto...
um canto..
Simplicidade é a sofisticação que quero
“faz serenata”
“farra no telhado”
Olho de gata,
lero lero
Meu bem, hey
a pauta é simples
Escrita para viver
Baby baby
Sei e não sei
Que o off da vida, escreve
E ensina ... escrever.
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