Acordamos mudos de improviso.
(Re)aconteceu o que já havia acontecido.
Teu aniversário,
e eu me aventurei num poeminha escrito com café, aroma, programação e visto.
Acredito que sentia e pensava tudo ao teu redor. Eu, no teu colo[rir]
permanecia, ouvia, conduzia, fazia ainda melhor.
Sem extensos argumentos, mesmo ja mestranda apta a narrar a descontrução de uma epopéia... para biografar o acontecimento,
escolhi de cima observar, primeiramente. Romântica, sem espaço para heróis - esses deuses ausentes de sofrimento.
No teu cardápio de aniversário quis a imperfeição, o humano de alcance. Romance - a busca do sentido que (me) faltava para a vida.
Entre uma coerência e uma contradição, "O amor físico é sem saída", tentação, pecado, purificação.
Sentia ódio por não esconder meus dedos sinceros e de ouvir de ti somente respiração. Tua respiração, nua, chegando em mim como mãos, querendo justificar pudor. Machado de Assis, no túmulo, soprava o que teus olhos me falavam como boca.
Não quero que esqueças da tua culpa! Afinal, procurou-me novamente e com reincidente malícia. A minha responsabilidade é branca e já assumi , te encontrei com verdade, quase fraca, forjando ser malandra. "Quem se mostra, se encontra, por mais que se perca no caminho. Essa vida é pra mostrar". Mostrei-me [mais uma vez] inconsequente de ternura, rainha de copas, em uma festa com rato e sem rei. Te dei um pouco de trabalho, isso eu sei... E não teria graça, se e não, provocasse alguma inquietação.
(Re)aconteceu o que já havia acontecido.
Teu aniversário,
e eu me aventurei num poeminha escrito com café, aroma, programação e visto.
Acredito que sentia e pensava tudo ao teu redor. Eu, no teu colo[rir]
permanecia, ouvia, conduzia, fazia ainda melhor.
Sem extensos argumentos, mesmo ja mestranda apta a narrar a descontrução de uma epopéia... para biografar o acontecimento,
escolhi de cima observar, primeiramente. Romântica, sem espaço para heróis - esses deuses ausentes de sofrimento.
No teu cardápio de aniversário quis a imperfeição, o humano de alcance. Romance - a busca do sentido que (me) faltava para a vida.
Entre uma coerência e uma contradição, "O amor físico é sem saída", tentação, pecado, purificação.
Sentia ódio por não esconder meus dedos sinceros e de ouvir de ti somente respiração. Tua respiração, nua, chegando em mim como mãos, querendo justificar pudor. Machado de Assis, no túmulo, soprava o que teus olhos me falavam como boca.
Não quero que esqueças da tua culpa! Afinal, procurou-me novamente e com reincidente malícia. A minha responsabilidade é branca e já assumi , te encontrei com verdade, quase fraca, forjando ser malandra. "Quem se mostra, se encontra, por mais que se perca no caminho. Essa vida é pra mostrar". Mostrei-me [mais uma vez] inconsequente de ternura, rainha de copas, em uma festa com rato e sem rei. Te dei um pouco de trabalho, isso eu sei... E não teria graça, se e não, provocasse alguma inquietação.
Consumindo o equivocado, estilhaçando-me no teu chão...
Ao som da última nota do meu saxofone gostaria, apenas, que essas lembranças morassem com a gente, pois não estarei mais nos teus próximos aniversários.
Vou abraçar outros [investimentos pela frente].
Terceira margem, outra vertente.
Ao som da última nota do meu saxofone gostaria, apenas, que essas lembranças morassem com a gente, pois não estarei mais nos teus próximos aniversários.
Vou abraçar outros [investimentos pela frente].
Terceira margem, outra vertente.
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